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Mato Grosso do Sul tem segunda menor taxa de desocupação do país

Estado registra 2,4% de desocupação no último trimestre de 2025, segundo estudo da Semadesc

20/02/2026 às 20:23
Por: Redação

Mato Grosso do Sul apresentou uma taxa de desocupação de 2,4% no último trimestre de 2025, consolidando-se como a segunda menor taxa de desocupação do Brasil. Este é o menor índice já registrado na série histórica do Estado. A pesquisa foi desenvolvida pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

 

O nível de ocupação em Mato Grosso do Sul atingiu 62,4%, configurando-se como a nona maior taxa no país. Este número representa um crescimento de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. O aumento da ocupação reflete a melhoria do mercado de trabalho local, que também se destaca pelo aumento dos rendimentos e redução da informalidade.

 

Desempenho econômico e social

A pesquisa releva que o rendimento médio mensal real dos trabalhadores foi de 3.581 reais, o que coloca Mato Grosso do Sul na nona posição em um ranking nacional. Este valor representa um aumento de 2,8% em comparação ao trimestre anterior. A taxa de informalidade também apresentou melhora, situando-se em 30,8%, a sexta menor do Brasil, com uma redução de 0,3 ponto percentual.


"Tivemos queda na taxa de informalidade, do percentual de desalentados, assim como aumento da taxa de contribuidores da previdência", afirmou Jaime Verruck, titular da Semadesc.


Ao comparar com o terceiro trimestre de 2025, onde o rendimento médio era de 3.482 reais, houve um aumento de 2,84%, o que equivale a um incremento de 99 reais na renda do trabalho principal. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o rendimento subiu 1,9%, representando um aumento de 67 reais.

 

Setores de ocupação e mudanças

Ocupações nos setores de comércio, informação, comunicação, atividades financeiras, administração pública e outros serviços tiveram aumentos de 2,8%, 1,1%, 0,5% e 4,8%, respectivamente. No entanto, algumas áreas enfrentaram declínios, como agricultura com -3,5%, indústria geral com -4,4%, construção com -3,2%, transporte com -4,0% e serviços domésticos com -3,8%.


Jaime Verruck observou que o mercado de trabalho de Mato Grosso do Sul está mais dinâmico, com melhorias em várias métricas de emprego e segurança social.


A análise dos resultados sugere que o mercado de trabalho em Mato Grosso do Sul apresentou um bom desempenho no trimestre final de 2025, com perspectivas de continuidade na elevação do nível de ocupação e rendimentos. As políticas públicas voltadas para o fortalecimento do setor produtivo e o avanço nos índices de emprego formal refletem positivamenteno cenário socioeconômico do Estado.

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