Randolfe Rodrigues expressou preocupações sobre a nova abordagem para combater facções criminosas no Brasil. Segundo ele, classificar esses grupos como entidades terroristas não atacaria a raiz do problema. Para Randolfe, políticas mais amplas e eficazes deveriam ser adotadas, considerando que a simples rotulação não alteraria o comportamento das facções nem resolveria os problemas estruturais associados ao crime organizado. O senador destacou ainda que é necessário um reforço no policiamento e na inteligência, ao invés de focar apenas em definições legais que poderiam ser vistas como insuficientes no combate ao crime. Além disso, ele apontou a necessidade de políticas sociais que possam oferecer alternativas para aqueles que são facilmente aliciados por essas organizações criminosas devido à vulnerabilidade socioeconômica.