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Acesso a DIU e implante subdérmico é garantido pelo SUS em MS

Investimentos estaduais promovem métodos contraceptivos de longa duração nas UBSs

20/01/2026 às 10:01
Por: Redação

O Governo de Mato Grosso do Sul, através da Secretaria de Estado de Saúde (SES), assegura a oferta gratuita de métodos contraceptivos de longa duração, como DIU e implantes subdérmicos, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O acesso a esses métodos é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos municípios, onde as mulheres passam por consulta e orientação especializada.

 

Nas UBSs, o primeiro atendimento é feito por equipes de saúde, incluindo enfermeiros e médicos, que conduzem a consulta para a escolha do método contraceptivo mais adequado. Durante esse processo, são discutidos os desejos da paciente, as vantagens, desvantagens e os documentos necessários, conforme explica Francielly Rosiani da Silva, enfermeira e gerente de Saúde da Mulher da SES.

 

Informações detalhadas para decisão segura

O processo de escolha de um método contraceptivo envolve explicações sobre possíveis efeitos colaterais e a necessidade de acompanhamento contínuo após a inserção. Em muitas localidades, a inserção já ocorre na própria UBS, desde que haja estrutura e profissionais preparados. Alternativamente, a Secretaria Municipal de Saúde coordena unidades específicas para realização do procedimento.


É importante que a mulher, se possível, procure o posto onde mantém um cadastro e acompanhamento regular, aconselhou Francielly sobre facilitar o processo e garantir continuidade no cuidado.


A Secretaria de Saúde reforça que as UBSs têm capacidade para realizar encaminhamentos dentro do SUS, assegurando que as mulheres continuem sob acompanhamento regular.

 

Resultados e impacto das políticas de saúde

Nos últimos anos, houve esforços para ampliar a disponibilidade de métodos contraceptivos duradouros em Mato Grosso do Sul. Essa estratégia incluiu a qualificação de profissionais da rede pública e a intensificação das capacitações e distribuições dos métodos pelas equipes da Atenção Básica.


Entre 2022 e 2025, a taxa de gravidez na adolescência caiu de 14,92% para 12,65%, o menor índice em dez anos, refletindo a eficácia das políticas estaduais em saúde reprodutiva.


Os avanços na política pública de saúde, que buscam ampliar o acesso e promover a autonomia das mulheres, têm sido ressaltar sua relevância tanto localmente quanto nacionalmente.

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