O preconceito etário ainda é um desafio persistente, principalmente em ambientes de trabalho e saúde. A desvalorização de profissionais mais velhos e a subestimação de queixas médicas de idosos são exemplos desse problema. Com o aumento da população idosa, passando de 8,7% em 2000 para 15,6% em 2023, é crucial promover a integração intergeracional. Isabela Azevedo Trindade, presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG, afirma que mídias frequentemente estereotipam idosos. Esse preconceito pode levar ao isolamento social e prejudicar a saúde física e mental. Trindade sugere capacitar profissionais de saúde e implementar políticas de inclusão para promover a intergeracionalidade. Secretário nacional Alexandre da Silva destaca que combater o etarismo passa por educação. A revista "Turma da Mônica em: Intergeracionalidade", lançada pelo MDHC, exemplifica esse esforço educacional. Através dos quadrinhos, o projeto visa conectar gerações e abordar o respeito à diversidade, reverberando a riqueza cultural de integrar pessoas idosas na sociedade.