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Mato Grosso do Sul confirma 107 casos de dengue em 2026

No estado, foram registrados 954 casos prováveis de dengue até a sexta semana epidemiológica.

24/02/2026 às 19:43
Por: Redação

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul divulgou nesta terça-feira (24) um boletim epidemiológico que revela 107 casos confirmados de dengue em 2026, entre 954 casos prováveis. O levantamento corresponde à sexta semana epidemiológica do ano. Até o momento, não houve óbitos confirmados ou em investigação ligados à doença.

 

Nas últimas duas semanas, municípios como Jardim, Inocência, Sete Quedas, Itaquiraí, Itaporã, Maracaju, Corumbá, Sidrolândia, Dourados e Três Lagoas apresentaram uma baixa incidência de casos confirmados de dengue. Esse cenário tem mantido as autoridades em alerta para monitorar o avanço da doença em diferentes regiões.

 

Atualização sobre vacinação

O boletim também destaca que 223.322 doses da vacina contra a dengue foram aplicadas na população alvo. Mato Grosso do Sul recebeu um total de 241.030 doses do imunizante do Ministério da Saúde. O protocolo de vacinação inclui duas doses, com um intervalo de três meses. A recomendação atual é que crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, sejam vacinados, uma vez que essa faixa etária observa a maior número de hospitalizações por causa da dengue.


A vacinação direcionada para crianças e adolescentes integra os esforços de controle da doença pelo Programa Nacional de Imunizações.


A estratégia visa reduzir significativamente os casos de internação entre jovens na faixa etária de 6 a 16 anos. A busca por imunização massiva pretende controle e eventual erradicação de surtos locais no estado.

 

Outras doenças monitoradas

Além da dengue, Mato Grosso do Sul já registrou 1.346 casos prováveis de chikungunya, com 525 casos confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Entre os casos confirmados, nove ocorreram em gestantes. A SES recomenda que os cidadãos evitem a automedicação e, em caso de sintomas, busquem assistência médica nas unidades de saúde municipais.


A SES reforça que a automedicação pode mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico correto das doenças.


O acompanhamento contínuo da situação epidemiológica é crucial para prevenir o agravamento dos surtos. Autoridades mantêm a vigilância sobre as reações adversas e a eficácia das medidas de prevenção implementadas no estado, visando proteger a saúde pública.

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