No início de 2026, Mato Grosso do Sul confirmou dois casos de dengue entre os 132 casos prováveis identificados no estado. Os dados são provenientes do boletim da primeira semana epidemiológica divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta quinta-feira, 15 de janeiro. Segundo o relatório, até o momento, não há óbitos confirmados ou sob investigação relacionados à doença.
A vacinação contra a dengue mostra progresso significativo, com 201.633 doses já administradas na população-alvo. Mato Grosso do Sul recebeu um total de 241.030 doses do imunizante do Ministério da Saúde. O programa de vacinação inclui duas doses, aplicadas com um intervalo de três meses. Recomenda-se a vacinação para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária com maior número de hospitalizações por dengue.
Além da dengue, o estado registrou 131 casos prováveis de Chikungunya, dois dos quais foram confirmados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Nenhum dos casos envolveu gestantes. A SES enfatiza a importância de evitar a automedicação e aconselha que indivíduos com sintomas de dengue ou Chikungunya procurem atendimento médico em unidades de saúde locais.
As autoridades de saúde alertam a população para não se automedicar e buscarem ajuda médica adequada.
Os boletins epidemiológicos detalham as informações sobre as doenças e estão disponíveis para consulta. Eles oferecem dados completos sobre a situação atual e as medidas de controle em andamento.
Os cidadãos podem acessar os boletins através dos links disponibilizados pelo governo estadual. Tais documentos são essenciais para manter a população informada sobre a situação das doenças transmitidas por mosquitos e as ações do poder público. A SES reforça a importância de todos se manterem vigilantes e adotarem medidas preventivas contra a proliferação do mosquito transmissor.
Consultar os boletins regularmente é fundamental para entender a situação e colaborar na prevenção dessas enfermidades.
À medida que mais informações são disponibilizadas, as autoridades continuam a destacar a necessidade de prevenção e manutenção dos esforços de vacinação, visando reduzir o impacto das doenças transmitidas por mosquitos no estado.