Na segunda-feira, 27 de outubro de 2025, em Maracaju, uma vítima relatou à delegacia local que seu telefone foi clonado, resultando em acesso não autorizado ao seu aplicativo bancário. Após notar que sua conta havia sido acessada várias vezes sem seu consentimento, a vítima procurou uma empresa de tecnologia, onde foi confirmado que o aparelho estava clonado. Ao tentar proteger suas finanças, a vítima dirigiu-se ao banco e descobriu saques de mil reais e transferências via pix nos valores de 99, 98 e 97 reais, tendo como destinatário um CNPJ específico. A vítima afirmou não ter recebido links suspeitos nem perdido o cartão, descrevendo as transações como não autorizadas. Segundo o boletim de ocorrência registrado na DP de Maracaju, a vítima busca providências para conter os danos causados pela fraude.