O Governo de Mato Grosso do Sul fortaleceu sua colaboração com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), marcando uma nova fase de parcerias focadas na infraestrutura logística. Na última semana, uma equipe técnica do banco esteve no Estado para inspecionar as rodovias MS-380, MS-289 e MS-276 e avaliar o progresso do programa Invest Impacto.
Este programa, ao longo de 2023 a 2025, planeja um investimento de até 2,5 bilhões de reais para modernizar a infraestrutura logística estadual, financiando a recuperação, pavimentação e monitoramento de rodovias estratégicas, com o objetivo de aumentar a competitividade logística e facilitar o escoamento da produção agroindustrial.
O gerente de rodovias da Agência Estadual de Empreendimentos (Agesul), Gil Márcio Franco, revelou que o Invest Impacto foi organizado por meio do Escritório de Parcerias Estratégicas, consolidando diversas fontes de investimento. "O foco é melhorar a malha rodoviária estadual, incluindo projetos como o Crema, concessões e a Rota Bioceânica", afirmou Franco.
Com um progresso entre 45% e 50% na primeira fase, o programa tem frentes de trabalho nas rodovias MS-436, MS-276, e MS-347, com entregas iniciais previstas para o segundo semestre de 2026.
A segunda fase, aprovada em outubro, amplia o escopo para incluir novos projetos em rodovias cruciais para o desenvolvimento do Estado.
Márcio Rebello, do BNDES, destacou o acompanhamento próximo das obras e a excelência nas equipes do Estado. "O BNDES exige um monitoramento rigoroso, assegurando que os objetivos contratuais sejam cumpridos", explicou.
O secretário estadual de Infraestrutura, Guilherme Alcântara de Carvalho, reforçou que essas obras são parte de um esforço coordenado para garantir a competitividade de Mato Grosso do Sul. "O Invest Impacto é vital para o crescimento e logística estadual", concluiu.
Os próximos passos incluem a preparação do terceiro relatório de projetos, potencializando o investimento total. O objetivo é criar um legado duradouro de integração regional e alta produtividade, conectando o Centro-Oeste aos portos do Atlântico e Pacífico.