Neste sábado, dia 7 de fevereiro de 2026, a justiça decretou a prisão preventiva de João Júnior, suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia, Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos. O crime ocorreu na noite da sexta-feira, 6 de fevereiro, dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, em Porto Velho.
Juliana foi atacada com golpes de faca e, embora tenha sido socorrida, não resistiu aos ferimentos. João Júnior, aluno da mesma faculdade, foi preso em flagrante pelo crime.
Na manhã de sábado, ocorreu a audiência de custódia, onde o Ministério Público solicitou a prisão preventiva de João Júnior, justificando a medida como essencial para garantir a ordem pública. O MP condenou o ato brutal e declarou que vai atuar com determinação na investigação do caso.
O Grupo Aparício Carvalho, que administra a faculdade, expressou profundo pesar pelo ocorrido, ressaltando que a violência jamais apagará o legado da professora Juliana, vista como exemplo de excelência acadêmica, ética e dignidade.
A Assembleia Legislativa de Rondônia também se manifestou, destacando sua indignação com a tragédia. Em um comunicado, enfatizou que “não é admissível que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em locais destinados à educação e ao diálogo”.
“A violência contra mulheres deve ser combatida com rigor, visando preservar espaços de aprendizagem e construção de futuros”, refletiu a Assembleia.
A reportagem tentou entrar em contato com a defesa do suspeito, mas não obteve resposta até o momento.